quinta-feira, 16 de abril de 2009

Sobre os amores.

Se apaixonar é uma coisa muito relativa. Uso a palavra Coisa, pois é isso que o amor é pra mim: uma coisa infundamentável (essa palavra eu inventei agora). Para nós, seres humanos dotados de emoção, seria muito mais prático se nos apaixonassemos apenas quando o amor é verdadeiro. Existe sim vários tipos de amores, segundo Nara Leão:
"tipos de amor: o nostálgico, o adolescente, o da fixação no amor que não deu certo, o que canta o amor sensual e valoriza o encontro significativo, casual, que irrompe na vida do outro, desorganizando, desarrumando o arrumado de uma vida programada como uma camisa de força."
Devemos, como românticos, saber diferenciar as pequenas paixões dos grandes amores - seria um perigo se você confundisse-os - o perigo reside em você perder o amor maior por menosprezar a pessoa antes de descobrir se ela é ou não a tampa da sua panela.
Não haveria alegria na vida se o amor não existisse, se apaixonar, deixar-se levar pelos jogos dos sinais, das afinidades e até mesmo das diferenças faz parte do nosso crescimento, até encontrarmos o nosso destino. E apatir dai, meu bem, os sonhos passam a fazer parte da vida real.

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