terça-feira, 11 de agosto de 2009
Premio Cataratas - Parte 2
Esse moço se chamava Carlos e por algum motivo a vida deles se entrelaçaram, não se casaram, mas viveram a relação amorosa mais intensa e mais passageira que alguém pudesse ter. Pedidos de casamentos, ''eu te amo'', ''casalsinho antiguinho'' e muitos outras pitadas de carinho nesse relacionamento. Porém, a vida mostra que as pessoas são passageiras aqui e agora, e o Carlito acabou partindo de sua vida. Foi a partir desse momento que Tereza reconheceu seu real valor. Na parte da manhã e até umas 5 horas da tarde trabalhava como garçonete e no resto do dia, para afastar Carlos de seus pensamentos, fazia bijouteiria, crouche, artesanatos em geral. Mas, como todo começo tem seu fim, os pensamentos se afastaram, o sentimento foi embora. Teresa lembrava-se de uma fala antiga da mãezinha "o que vem fácil, vai fácil", a probabilidade de um tempo fechar-se com o curso da vida é factual. Conheceu um outro moço, mas dessa vez resolvera ir com calma. Cuidadosa como uma mãe que acaba de ter seu primeiro filho.
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